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Síndrome do impostor: o que é e como prevenir-se como empreendedor?

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Não sei como isso deu certo. Eu nem acho que fiz muito. Agradeço o elogio, mas acho que não mereço tanto. Sinto que sei muito pouco. Não sei como consegui alcançar o sucesso, deve ter sido destino.

Essas dúvidas já pairaram na sua cabeça? Mesmo tendo se dedicado às conquistas, sentir que não é merecedor delas é uma forma de sabotar a sua vitória. É um padrão comportamental que atribui sucesso a fatores externos. Essa sensação ruim afeta muito a qualidade de vida do empreendedor.

Imagem de jovem empreendedora curtindo férias na praia, presente no texto da Sami que responde à pergunta: "Como empreender com qualidade de vida?"

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Como empreender com qualidade de vida?

Em uma pesquisa feita pela International Stress Management Association, no Brasil (ISMA-BR), aponta que 65% dos profissionais ativos no mercado se sentem ou já se sentiram impostores, ou seja: têm dificuldade em reconhecer que são capazes de atingir o sucesso, bem como têm medo de serem descobertas.

Ansiedade, comparação excessiva e perfeccionismo são algumas das principais razões de nos sentirmos impostores, ainda mais quando o alcance das mídias sociais tem se tornado exagerado. Para empreendedores, que se veem cada vez mais pressionados pela busca do sucesso, a síndrome consegue ser ainda pior.

Você se sente incapaz do que está apto para fazer? Se a resposta for sim, você pode estar prejudicando o seu desempenho no seu próprio empreendimento. Neste conteúdo, vamos falar sobre:

  1. O que é síndrome do impostor?
  2. Como ela afeta a vida do empreendedor e como prevenir-se?
  3. A Sami é o plano de saúde que cuida de você por inteiro

O que é síndrome do impostor?

A síndrome do impostor ganhou popularidade na geração millenium, nascidos entre 1980 e 1995, e geração Z, nascidos de 1996 a 2010. Muitos não sabem ao certo o porquê, mas o que explica é o avanço das informações.

A síndrome do impostor, apesar de não ser catalogada como transtorno psiquiátrico pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pode afetar pelo menos uma vez na vida 70% da população, segundo especialistas da Universidade de Salzburgo, na Áustria.

Caracterizada pela tendência à autossabotagem, a síndrome é uma desordem psicológica em que a pessoa acredita não ser bom o suficiente. Há três pensamentos que indicam a síndrome e que apontam ser necessário um atendimento profissional, são eles:

  • Não me sinto capaz para agarrar uma boa oportunidade;
  • Não me sinto suficiente para exercer essa responsabilidade;
  • Deu certo devido ao acaso e não por mim.

Muito se fala sobre a síndrome do impostor, mas, apesar de ser comum, ela não é reconhecida como uma doença. No entanto, esta está muito atribuída a problemas relacionados à falta de autoestima, perfeccionismo, autocrítica, autossabotagem, alta cobrança em si mesmo.

Quando conquistas e elogios vêm acompanhados com o medo de ser descoberto como uma fraude, é necessário estar atento e procurar ajuda profissional.

Como ela afeta a vida do empreendedor e como prevenir-se?

Um dos sinais mais claros da síndrome do impostor, principalmente no início, é a procrastinação. Muitas vezes, ela pode ser confundida com a preguiça, mas ela esconde o medo da falha.

Como sabemos, para o empreendedor, procrastinar pode colocar o sucesso da sua empresa em risco. Agir no prazo final, correndo, para entregar uma demanda não é uma boa opção.

Como prevenir a procrastinação: dar pequenos passos e ser constante nas tarefas. Mesmo que não foque no trabalho o tempo ideal ou o de costume, comece se dedicando pouco tempo, mas com constância.

Outro sinal comum é abandonar tarefas. Sempre começar, apesar do primeiro passo ser sempre o mais difícil, mas abandonar logo em seguida. Isso acontece pelo medo da crítica sobre o resultado. Afinal, como podemos ter feedbacks sobre algo que não terminamos?

O impostor costuma usar desculpas como: “Estou tentando”, “estou melhorando o projeto”, “ainda falta algo”, para não encarar o fim do processo.

Como prevenir o abandono de tarefas: parece simples, mas não é. Precisamos estar abertos para possíveis críticas e entender que são elas que podem nos impulsionar para um resultado ainda melhor.

Quando falamos da síndrome do impostor, também atribuímos o sucesso ao destino ou acaso. É bem comum não saber ao certo, quando nos sentimos o impostor, o que nos fez atravessar a linha do sucesso. Acreditar que só chegamos a um bom resultado pelo nosso carisma é um sinal de autossabotagem.

O carisma é algo positivo, afinal é uma característica muito boa no meio do empreendedorismo, mas só ela não é capaz de te fazer alcançar o sucesso almejado. Portanto, dizer que foi o acaso ou a simpatia que te fez conquistar o lugar não é o certo.

Mas como prevenir? Ter consciência que foi por meio das suas ações que você alcançou os seus resultados. Afinal, não é só de simpatia que os resultados chegam. É necessário aceitar o retorno positivo e encarar que você é merecedor.

Outro ponto muito comum, e já dito aqui pelo avanço das redes sociais, é a comparação. A grama do vizinho parece ser sempre mais verde, não é mesmo? Sempre que nos comparamos com o outro, principalmente pelas redes sociais, não estamos sendo justos com nós mesmos.

Cada um sabe os desafios que ocorrem para chegar ao topo e eles nunca, ou quase nunca, são falados nas redes sociais.

Como prevenir a comparação: entenda que seu trabalho não é inferior ao colega empreendedor. Não compare o seu caminho com a chegada do outro. Evite usar as redes sociais para medir resultados.

Enquanto o impostor tende a procrastinar, ele também tende a ser workaholic a fim de minimizar a ansiedade perante uma possível incapacidade de realizar algo bom. O medo de estacionar ou ficar no tédio é imaginar que está sendo produtivo a todo instante.

A autossabotagem em pessoas workaholic é constante: estabelecem metas inalcançáveis, trabalham mais do que deviam e acham que estão dando tudo de si. E realmente estão, mas não da melhor forma.

Como prevenir o excesso de trabalho? Descansar e cair no tédio é necessário para que surjam ideias novas, para descansar a mente e o corpo. Encontre seus amigos e se desprenda do trabalho.

Para se ter uma ideia, em um estudo feito pela Universidade de Columbia, nos EUA, apontou que pessoas que têm e encontram amigos com frequência têm mais qualidade de vida e entusiasmo, quando comparadas aquelas que vivem isoladas.

Ser workaholic e se isolar é estar dentro da sua zona de conforto, que é outro sinal claro de autossabotagem na síndrome do impostor. Mesmo se esforçando no que vai fazer, sair da zona de conforto nem sempre é uma opção para quem tem medo (ou quase nunca é).

Parece que “se na minha zona de conforto eu já não sou merecedor daquilo que sou reconhecido, imagina fora dela?”. Para prevenir, é óbvio: se arriscar. Claro, não é jogar tudo para o alto. Sabemos que o empreendedor precisa também calcular os riscos, afinal é a principal fonte de renda. Mas estar dentro da zona de conforto por medo de arriscar em algo que tem muita chance de dar certo não é uma opção inteligente. Que tal ir aos poucos?

A Sami é o plano de saúde que cuida de você por inteiro

Praticar o autocuidado e cuidar da sua saúde física e mental fica mais fácil quando você tem o apoio de profissionais, certo?

Como cliente Sami, você tem esse benefício através do Time de Saúde, que está sempre à disposição. Nele, você conta com médico pessoal e time de enfermeiros que conhecem você de verdade e que atendem você sempre que você precisa, além de coordenar o cuidado com a sua saúde junto com os especialistas necessários.

Com os nossos planos, você terá acesso à Rede de Hábitos Saudáveis, com o suporte da plataforma de saúde mental Vitalk e da rede de academias Wellhub (antigo Gympass), além de hospitais, laboratórios e maternidades de qualidade como Hospital Leforte, Hospital 9 de Julho, maternidades Santa Terezinha e Hospital Sepaco, laboratórios Labi, entre outros.

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